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O Galo voltou a cantar

Reprodução: Ígor Jales

Após quase 15 anos sem circular, o jornal O Galo, produzido pela Fundação José Augusto, volta às ruas com seu conteúdo literário. A publicação será distribuída gratuitamente em bancas, instituições culturais do Rio Grande do Norte, além de ser encartada no Diário Oficial do Estado. O Galo teve seu primeiro exemplar, nessa nova fase, lançado em outubro de 2015, durante a Feira de Livros e Quadrinhos de Natal. A segunda edição foi lançada durante a programação de reabertura do Teatro Popular de Cultura, no final de dezembro.

Ao assumir a direção do Núcleo do Livro, Leitura e Biblioteca da FJA, o jornalista Ailton Medeiros decidiu retomar o projeto. No entanto, o direito de uso do nome do jornal já não pertencia à Fundação José Augusto. “Numa gestão passada o direito de uso foi concedido à União Brasileira de Escritores (UBE/RN). Então procurei Roberto Lima, que é presidente da instituição e ele também estava interessado em retomar o projeto. Unimos a fome com a vontade de comer”, afirmou.

Ailton também revelou que o aspecto afetivo também influenciou a retomada d´O Galo. “Além de ser um jornal tradicional, respeitado e ganhador de prêmios nacionais, eu escrevi numa das primeiras edições, em maio de 1988, e tinha um carinho especial por esta publicação”, declarou.

O Galo foi criado na gestão do jornalista Woden Madruga e teve como primeira editora a jornalista Marize Castro. Nesta nova fase, o periódico é editado pelo jornalista e escritor Carlos de Souza. Além do Galo, a Fundação José Augusto tem outra publicação, a revista Preá, voltado à manifestações culturais. Em março de 2016, a FJA lançará um novo produto, totalmente dedicado ao cinema e vídeo e terá o nome Carcará.

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